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    Classificando a obesidade

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    Segundo McArdle et al., 2003, a obesidade é classificada quanto a intensidade, distribuição de gordura e causa, podendo essa ser endógena, a qual esta relacionada a distúrbios endócrinos, genéticos e/ou neurológicos, ou ainda exógenos, por desequilíbrio de gasto calórico.

    De forma bruta a intensidade pode ser definida através do IMC (Índice de Massa Corporal), obtido pelo calculo do massa corporal em Kg divido pelo quadrado da altura em metro (Gomes et al., 2001).

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    A distribuição de gordura é classificada andróide ou ginecóide conforme o biótipo do paciente e seu sistema fisiológico (Powers et al., 2000). A gordura andróide também pode acometer os dois sexos, no entanto, atinge mais homens, por estar diretamente relacionada a influencia da testosterona e corticóides, sendo assim caracterizada pela deposição de gordura na região central do corpo, principalmente abdômen, tronco, cintura e pescoço (Sichieri, 1999).

    A gordura ginecóide, apesar de acometer os dois sexos é muito mais comum em mulheres devido a influência ocasionada pelos estrógenos, havendo o aumento do tecido adiposo na região inferior do corpo, como quadril, glúteos e coxa proximal. O Estrogênio ainda aumenta a retenção de líquidos em locais com maior concentração de gorduras, havendo assim a formação de celulites. A celulite atualmente possui grande relevância para estética, mas indo a fundo do problema, a presença dela indica que células de gordura estão comprimindo vasos sanguíneos mais superficiais, alterando o transporte de algumas proteínas responsáveis pelo estado saudável da pele, acarretando ainda a formação de varizes e flacidez muscular (Sichieri, 1999).

     

    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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