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    Mãe de menina autista quer criar ONG para atender crianças de Campo Largo

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    A mãe Giovana Chilhen Charmecki, de 36 anos, moradora de Campo Largo, está criando uma ONG para atender crianças autistas no município. De acordo com ela, a ideia em montar uma instituição sem fins lucrativos na cidade nasceu a partir do diagnóstico da filha Yasmin e da dificuldade em encontrar tratamentos e terapias oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Yasmin tem dois anos e nove meses e foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista.

    De acordo com Giovana, um grupo de voluntários atua ao seu lado com o intuito de criar a ONG na cidade para oferecer mais qualidade de vida para crianças autistas. O intuito é ofertar terapias convencionais e o Método ABA para crianças e adolescentes diagnosticadas e apoio aos pais ou responsáveis, bem como montar no município um núcleo de pesquisa sobre autismo.

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    Giovana relata a dificuldade que teve em conseguir até mesmo uma consulta com neuropediatra na cidade. Segundo ela, outro empecilho são os custos altos das terapias e exames que ajudam no diagnóstico e também nos tratamentos, inviáveis para muitas famílias campo-larguenses.

    Quem tiver interesse em apoiar a ONG ou trabalhar em prol, pode entrar em contato com Giovana pelo telefone (41) 99565-8606.

    Autismo

    Yasmin foi diagnostica com Transtorno do Espectro Autista em março deste ano, mas Giovana percebeu algumas características no desenvolvimento e crescimento da filha que apontavam para o autismo, quando a criança tinha apenas um ano de idade.

    Para ela, a criação da ONG é um sonho, que poder é ajudar muitas outras famílias que também enfrentam lutas diárias com o autismo.

    A Organização Mundial de Saúde estima que 1 em cada 160 crianças tenha Transtorno do Espectro do Autismo no mundo. Ainda há carência de estudos que apontem esta estimativa para a população brasileira.

    Entre as principais características do autismo estão a ausência de reciprocidade, quando a criança não responde aos estímulos; dificuldade de interação social e de estabelecer relacionamentos; além de problemas na fala. Não existe uma conclusão definitiva sobre as causas do transtorno, que exige diagnóstico e intervenção precoces com o intuito de melhorar a qualidade de vida da criança autista.

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