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    Impasse na extinção da Fundação João XXIII impede a reforma da Casa da Cultura

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    A administração municipal de Campo Largo, do prefeito Marcelo Puppi e do vice-prefeito Maurício Rivabem, não consegue “desatar os nós” da extinção da Fundação João XXIII e, em consequência, não consegue obter recursos para reformar a Casa da Cultura que se encontra interditada. Em 2016, na administração Affonso Guimarães, a documentação da referida extinção estava pronta e foi encaminhada para apreciação dos vereadores da época. O projeto foi colocado na pauta para votação, mas por questões políticas, em período eleitoral foi retirado de pauta. Como candidato, o atual prefeito Marcelo Puppi (DEM) anunciava em sua campanha eleitoral que pretendia reativar a Fundação, criada por seu pai, Newton Puppi, quando prefeito, em 1978. Os meses se passaram e a reativação não mais era possível devido a uma recomendação administrativa do Ministério Público.

    Assim, a administração municipal, intitulada de “Nova Campo Largo”, encaminhou um novo projeto à Câmara Municipal, em março de 2018 com o mesmo teor daquele de 2016, só com alteração de número e data, sendo assinado pelo prefeito Marcelo Puppi.  Desta vez, aprovado pelos vereadores, a Lei foi sancionada pelo prefeito, em exercício, Maurício Rivabem, em 03 de abril de 2018. Novamente, os meses estão passando. Com dez meses transcorridos, o processo da extinção não se completou e pelo jeito alguns documentos foram “extraviados” e estão sendo recompostos. Isto se pode notar através da publicação das portarias, nº 123/2019 e nº 124/2019, de pronto pagamento, para coletar assinatura de ex-servidora da Prefeitura Municipal fora do município. Isto está exposto no Diário do Município nº 1355, do dia 29 de janeiro de 2019.

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    Por informações dadas de ex-servidores municipais ligados à Fundação, outras pessoas foram solicitadas a realizar o mesmo procedimento. Este procedimento expõe a falta de zelo pela coisa pública, mesmo existindo a rivalidade política isto não deveria ocorrer. O município, a população perde com os atos praticados “no sabor da vitória”. Tudo pelo jeito precisou ser refeito atrasando o uso de um bem público.

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