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Bastidores

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As nuvens mudam de formato a cada instante. Os partidos políticos estão se preparando para as eleições municipais de 2020. Algumas grandes siglas perderam espaço e outras estão fadadas a desaparecer diante das novas regras da legislação eleitoral, advinda da “Cláusula de Barreiras”. No meio de todo este emaranhado jurídico, as novas siglas podem emergir com grande força dentro dos prazos legais de registro. Nesta linha, após o episódio dos “Laranjas” do PSL na eleição de 2018, aparece com grande apoio a ressureição da “UDN”, União Democrática Nacional, como uma legenda da direita política e neste momento, que pode ser atrelada ao presidente Jair Bolsonaro. As questões do PSL estadual, no Paraná, estão ligadas ao deputado estadual, Fernando Franscischini. Assim, em Campo Largo, os holofotes estão apontados para os dirigentes partidários ligados ao deputado Delegado Franscischini que antes estavam no partido Solidariedade (SD). Os rumos da nova legenda no município podem ser encabeçados pelo vereador Clairto Alemão, pela ex-vereadora Sandra Marcon e pelo advogado Vandir Fracaro. Este é apenas um dos exemplos sobre alteração partidária, em Campo Largo. Outras legendas devem surgir e também, partidos podem se fundir. A migração de pré-candidatos a prefeito e a vereador deve ser uma coisa natural neste próximo ano. Cada partido deverá obter filiações para montar o seu time de candidatos a vereador. Como, atualmente, a Câmara de Vereadores, possui, apenas, onze cadeiras, o quociente eleitoral deve superar os seis mil votos válidos. Isto quer dizer que para eleger o primeiro vereador na chapa proporcional, o partido precisará no mínimo o quociente eleitoral. O partido que não atingir a marca, no caso exposto 6 000 votos, não elege nenhum vereador e os votos recebidos serão desprezados na contagem pela justiça eleitoral para efeitos de cálculo dos parâmetros estabelecidos.

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