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    Lanchonete e mercearia de Bateias é ponto de parada de ônibus para o interior de Campo Largo

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    Localizada no km 36 da Estrada do Cerne (PR-090), em Bateias, a Lanchonete Tito Travensolli é daquelas mercearias e lanchonetes que nos trazem nostalgia e que já não existem mais nas áreas mais urbanas de Campo Largo. O local é ponto de parada dos ônibus que ligam o Centro de Campo Largo ao interior – Distritos de Três Córregos e São Silvestre. Como a viagem até essas regiões é longa, de aproximadamente 64 km – com a maior parte dos trechos ainda de terra –, os passageiros aproveitam o local para desembarcar do ônibus, dar aquela esticada nas pernas ou fazer um lanche e umas comprinhas finais antes de seguir.

    IMG_2950 - CópiaCláudio Travensolli, de 58 anos, conta que foi seu pai que há aproximadamente 60 anos iniciou as atividades da lanchonete. Segundo ele, há 40 anos os ônibus que fazem as linhas do interior param no local para que os passageiros possam descansar antes de continuar a viagem. E quando um ônibus chega, praticamente todos as pessoas descem do ônibus e correm para a mercearia para comprar alimentos e outros produtos que esqueceram de buscar no Centro de Campo Largo antes de voltar para casa. Outros aproveitam para fazer um lanche e opção é o que não falta no Travensolli. De porção de tilápia ao pão de queijo, os lanches mais famosos são os bolinhos de carne moída suína e a coxa de frango frita. Tudo sempre acompanhado de um café passado na hora ou de um refrigerante geladinho.

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    Para atender aos moradores do interior que desembarcam dos ônibus, a mercearia conta com vários banheiros e investiu em infraestrutura. Ana Alice, moradora de Sete Saltos de Cima, diz que sempre desce do ônibus ao chegar no Travensolli para fazer um lanche e descansar um pouco antes de continuar a viagem até sua casa. De acordo com ela, o local tornou-se um espaço importante para os moradores do interior. Outros moradores contam que resolveram fazer um abaixo-assinado recentemente para garantir que a parada do ônibus continuasse no local. Margarete Bilyk, 32 anos, moradora do Santa Cruz, também fala sobre a importância da parada para a população do interior. “Aqui os passageiros aproveitam para ir ao banheiro e também para fazer umas compras antes de ir para casa. É um ponto tradicional para os moradores do interior”, comenta.

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