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    Ponte da barragem do Rio Verde pede socorro

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    Não é de hoje que os moradores das Colônias Cristina e Mariana, nos municípios de Araucária e Campo Largo, respectivamente, sofrem com o abandono da ponte da barragem da Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas). Desde maio deste ano, uma placa colocada próximo ao local informa a interdição da ponte, mas mesmo assim, muitas pessoas se arriscam em atravessá-la. A ponte apresenta diversos problemas em sua estrutura, segundo apontam pessoas que moram nas comunidades da região e pescadores que visitam a barragem. Entre os problemas apontados estão os buracos entre os pranchões que, com a ação do tempo e o peso dos veículos, acabaram apodrecendo. Também há riscos para pedestres em uma pequena passarela que fica em uma das margens da ponte, já que o parapeito também está quebrado em vários trechos.

    O Diário Metropolitano já fez dezenas de reportagens no local mostrando a indignação de pessoas que utilizam a ponte diariamente e que sofrem com a ausência de infraestrutura. Em setembro de 2013, por exemplo, o jornal noticiou que um caminhão ficou pendurado na ponte, causando a interdição da travessia. As reclamações dos moradores, porém, são divulgadas pela reportagem desde 2005. A ponte foi construída na década de 70 pela Petrobrás e desde então, tornou-se dor de cabeça para o poder público e para os moradores das colônias locais, pois há um impasse sobre a responsabilidade da manutenção da ponte.

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    No início do mês de maio deste ano, a prefeitura de Campo Largo divulgou que a ponte sobre a represa seria reformada por meio de um acordo de cooperação mútua entre o município e a cidade de Araucária. Na mesma época, a ponte foi interditada e montes de terra foram colocados nas entradas para impedir a passagem da população. O grande problema, no entanto, é que muitos moradores precisam da ponte para fazer o deslocamento para o município vizinho. Com a ponte em pleno funcionamento, a distância percorrida entre as duas colônias é de apenas 08 km. Sem a ponte, eles precisam andar aproximadamente 22 km a mais.

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