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    Conheça um pouco sobre o cerrado, a caatinga e as araucárias

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    O Cerrado tornou-se um símbolo de uma nova etapa em nosso País a partir da construção de Brasília, capital federal. Trata-se de vastas superfícies do Brasil Central, planaltos. É o patrimônio florestal mais legitimamente brasileiro. Abrange os Estados do Maranhão, Piauí, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. É considerando o segundo maior bioma da América do Sul, só perdendo para a Amazônia. Mas ostenta o título de savana de maior diversidade do mundo.

    O principal destaque do Cerrado é a sua diversidade florística. Mas, infelizmente boa parte já foi extinta por conta das pastagens e monoculturas que tomaram conta de tais áreas nos últimos anos. Outro grande percalço são as queimadas, realizadas principalmente pelos criadores de gado e, dentre outros efeitos maléficos, contribui para o agravamento das emissões de CO2 liberado na atmosfera.

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    A Caatinga é a única região florestal exclusivamente brasileira e ocupa cerca de 10% do território nacional, dentre os quais estão os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte do norte de Minas Gerais. Embora não se trate de patrimônio nacional, a importância da caatinga é reconhecida, na medida em que várias espécies vegetais ali presentes são atualmente importantes por possuírem fibras vegetais valiosas, além de sua utilização na medicina popular.

    O grande desafio destas áreas no que se refere à sua preservação está no uso predominante da madeira para lenha e manufaturas que altera os habitats animais e prejudicam a conservação dos recursos naturais.

    Já o domínio das Araucárias estende-se sobre a região do planalto sul brasileiro, em Santa Catarina, Paraná e parte do Rio Grande do Sul, com algumas extensões em São Paulo e Minas Gerais. Há predominância da denominada Araucaria Angustifolia, conhecida como Pinheiro do Paraná. Contudo, existem outras variedades de araucárias na região.

    Atualmente resta pouquíssimo desse bioma com suas características originais, resultado da intensa e descontrolada exploração de madeira. Tem-se cada dia mais apontado o agressivo processo de erosão que ocorre no domínio das araucárias, inclusive com esboços de futuras áreas que se tornarão desérticas.

     

    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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