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Nos Bastidores da Política

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Haroldo Wöhl

Para a eleição municipal de 2020, os dirigentes dos partidos políticos nos municípios receberão ordens expressas dos dirigentes estaduais ou, mesmo dos nacionais com base nas decisões proferidas nas reuniões estaduais e/ou nacionais para coligações. As alianças nas esferas superiores, querendo ou não, indicam as decisões sobre alianças e coligações nos municípios. Por exemplo, os partidos aliados do governador Ratinho Jr. devem alinhar seus filiados nos municípios conforme a composição estadual. Isto deve mudar o quadro existente nos municípios. Onde a decisão não for acatada deve ocorrer uma medida drástica como a intervenção e alguns “líderes” perdem o comando da sigla. Algumas alterações recentes na legislação eleitoral mudam o comportamento interno de cada partido. Na eleição de 2020, não mais será feita coligação para eleger vereador. Por outro lado, os deputados estaduais e federais, visando à eleição de 2022, devem determinar às suas bases como cada grupo aliado deve se comportar. Uma decisão errada, o cacife eleitoral pode sofrer um abalo grande e causar um prejuízo nas eleições futuras, onde alguns partidos estão fadados a sumir dos parlamentos. Sobram alguns poucos partidos com base ideológica e que eleição após eleição buscam um lugar ao sol. A Cláusula de Barreira, o Fundo Eleitoral e o Horário Gratuito de Radio e Televisão entram nos argumentos da decisão superior para coligação majoritária municipal. O candidato a prefeito, também, fará a sua escolha sobre quais as siglas de interesse para sua base de campanha que possa levar à vitória nas urnas. Um exemplo disso é a questão do ex-prefeito Edson Basso que deve somar força política eleitoral na base de apoio ao governador Ratinho Jr. (PSD). Deixando o MDB, do ex-senador Roberto Requião, deve migrar para o PODEMOS dos senadores Álvaro Dias e Oriovisto Guimarães. Nas rodas de conversas políticas é tida como certa a aliança dos ex-prefeitos Affonso Guimarães, Edson Basso e Emidio Pianaro Jr. para a eleição de 2020. O tempo passa e tudo tem que estar ajustado nos partidos até março do próximo ano.

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*Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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