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    Jesus ressuscitou dentre os mortos Marcos 16.6-8

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    O evangelista Marcos, não se preocupou em tornar Jesus visível diretamente aos discípulos, isto é, logo depois da ressurreição. Pois, deu mais cuidados na forma que o evento causou impressão muito forte na vida dos discípulos. Marcos não se interessava também com a dureza do coração de alguns discípulos e suas tendências de não se deixarem facilmente serem convencidos com as novidades da ressurreição, como os outros evangelistas observaram. Ele iniciou sua exposição com o temor profundo das mulheres que defrontaram de maneira inesperada com o anjo no sepulcro, o referido anjo foi a primeira testemunha dos fatos.

    A ressurreição significa despertar para a vida, em termos mais especial, é chamar de volta à vida. Mas no âmbito secular significa o começo de um reinado, neste caso, trata-se do início do reinado eterno de Cristo. O evento ressurreto confirmou a vitória de Cristo sobre o inimigo e o poder da morte, também restaurou a vida após a morte para os seus seguidores. Na ressurreição, a sepultura foi aberta à força, juntamente com os portões do inferno. Então Jesus ergueu-se entre os mortos como Salvador e Senhor glorificado, Ele está vivo e reina sobre todas as coisas, subiu às alturas e levou cativo o cativeiro, Ele é quem havia descido até às regiões inferiores da terra. (Efésios 4:8 e 9).

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    A sepultura vazia de Cristo garante a validade da quebra da maldição da lei, também confirma o apaziguamento da ira Divina contra os seguidores de Jesus em todos as épocas e em todos os lugares, ou seja, a ressurreição elucida efetivamente que a tristeza de Deus contra o pecado foi apaziguada pela ação de Cristo na cruz. Ele não estava no túmulo, mas ressuscitou, também não estava no local, porém foi para Galileia, em seguida iria para o céu, porém, deveria ser encontrado pelos discípulos antes da ascensão.

    O anjo que deu as primeiras boas novas sobre a ressurgimento de Jesus, disse às mulheres “Ele vai adiante de vós”, Jesus estava indo para Galileia a fim de encontrar os discípulos e os confortar. A ação do mestre é para estar diante de cada causa dos discípulos, Ele nem se importava com as dúvidas e impaciência dos discípulos. Enquanto os discípulos estavam a demorar Ele apareceu à Maria Madalena (Mc. 16:9-11), em seguida apareceu aos outros dois discípulos (Mc. 16:12 e13).

    As informações sobre a ressurreição de Jesus, eram somente para os discípulos, não tinham algo a ver com o Herodes ou com os membros do sinédrio. Quanto ao medo dos discípulos que se refere neste texto, não era medo por causa da ausência de Jesus, mas porque o anjo que estava a serviço de Jesus, confirmou que Ele ressuscitou. É de elucidar que, o tipo do medo que eles tinham era sinônimo de estar impressionados e nem podiam parar para saudar as pessoas. Era um medo moderado com alegria.

    Finalmente Ele encontrou com os doze. Aqui pode se observar que Jesus sempre se coloca diante de cada estado de consciência que julga uma situação sem saída. No caso em tela, Ele se colocou diante dos discípulos para os fortificar na fé. No então momento, os discípulos podiam acreditar no conjunto de princípios que servem de base do sistema de que se conhece hoje como cristianismo. Naquele instante, Ele restaurou a fé dos discípulos, os quais começaram a ter coragem para se apresentarem perante a autoridade como os discípulos daquele que ressuscitou.

    Todos eles acreditaram em Jesus, porque o que Ele tinha prometido que aconteceria depois da morte, tornou uma realidade. A sua presença ao lado dos discípulos, era uma mensagem de esperança eterne para todos os seus seguidores, independentemente do tempo e do lugar, a mensagem prova que Ele é o filho de Deus e Deus estava com Ele em todo o tempo. A mensagem também demonstra que encarar o sofrimento da cruz não era em vão.

    Também deve-se lembrar que o objetivo do túmulo vagiu visto pelos apóstolos é para testificar a pregação tanto dos apóstolos, quanto dos futuros seguidores. Por isso tornou o dever dos cristãos em todas as épocas, afirmar com certeza que Jesus Cristo ressuscitou. A ressurreição é sempre ensinada como fato de experiência, confirmado pelos apóstolos nas Escrituras Sagradas. Se Jesus tivesse morrido e sem se ressuscitar dentre os mortos, a esperança dos cristãos no triunfo final já teria morrido. Do mesmo modo, aqueles que estavam ou que estão se esforçando para viver a vida nova com Cristo, enfrentariam as grandes batalhas contra as opressões sem resultado final.

    Em vista dos argumentos apresentados, pode-se afirmar que depois da morte de Jesus, os discípulos estavam possuídos de desanimo, o próprio Pedro estava moribundo, mas Jesus foi encontrá-los a fim de os confortar. De igual modo, quando os discípulos escutaram que deveriam encontrar com Ele, saíram a procura dEle até Galileia. Eles queriam encontrar o Mestre que venceu a morte, e de facto encontraram Ele e acreditaram. O Mestre prometeu que estaria com eles, também promete estar com os seus discípulos hodiernos até o fim dos tempos “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do mundo” (Mat. 20.28).

    Ele ressuscitou e se encontra na eternidade, mas também acompanha os seus seguidores, e sempre se posiciona contra todas as situações que a consciência julga não ter saída. Neste momento Ele se coloca diante da humanidade que está a enfrentar a epidêmica amplamente disseminada entre as nações (Covid 19). Os seus seguidores somente precisam O buscar como os discípulos fizeram quando escutaram que Ele estava em Galileia.

    R. IÉ

    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

     

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    3 Comentários

    1. Que benção! Confortante e encorajador eu diria, este artigo. Ele está adiante de nós e nós só precisamos ir até Ele. Deus te abençoe meu amigo!!

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