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    Livre por natureza

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    Quão reprimido algo deve ser para que atinja seu eu ignorado, quão subestimado deve ser, algo que nasce livre, para ignorar suas fronteiras passivas e pacientes, até atingir um ponto de total desilusão, o sentimento cabido a mim desde que eu nascera, contestado de forma ferrenha, um pensamento que nasce livre, e o homem o impõe limites.

    Assim não abordo o homem como figura principal, já que perante seu reino o mesmo se ajoelha, não cabe a mim julgar o certo, muito menos o errado, mas então por que o planeta vive, enquanto parte, recua. Ao que cabe a meu próprio julgamento de amor, veio assim, livre e selvagem, sem parâmetros aos que medem e sem medo dos que julgam, tão necessário quanto um bater de asas, ele se fez parte de mim, e sobre mim tomou posse. Inconsequentemente agindo sobre suas ações, ele me dominou, e incessantemente, ainda por feitiço seu, agiu sobre mim, e claro que nem por maior que fosse a força do homem, me dobraria perante, já que sou tão forte quanto o mais alto trombar de forças de um animal, tão vivido quanto um uivar de dor, tão sincero quanto amar a distância.

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    Nascemos em um lugar que de nada possuímos, exceto a razão tomada pelo conhecimento empírico a nós fornecida pela vida, cujo o mesmo age de formas misteriosas, obrigando-nos a sustentar sentidos dos quais não compreendemos, no qual o mais forte deles, perante tempos de caos e horror nos faz questionar, como viver em um mundo de amores isolados, se desconhecemos algo tão livre quanto o próprio sentimento de amar.

     

    WhatsApp Image 2020-04-04 at 19.02.35Texto: Lucas Oleinik

    Jovem de Campo Largo que toca a alma da gente com palavras e amor …
    “…como viver em um mundo de amores isolados, se desconhecemos algo tão livre quanto o próprio sentimento de amar.”

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