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    Polícia Civil prende membros de facção criminosa envolvidos em morte de agente penitenciário

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    A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu sete homens suspeitos de integrar uma facção criminosa paulista que atua dentro e fora dos presídios, em crimes como tráfico de drogas, homicídios e corrupção. Atividades que resultaram em execuções de agentes públicos, entre eles o agente penitenciário estadual Edson Cardoso, morto em dezembro de 2019, em Curitiba. A operação aconteceu na manhã desta terça-feira (07).

    Cerca de 60 policiais civis participaram da ação, que também teve o apoio do Departamento de Inteligência do Estado do Paraná e da Polícia Civil de Santa Catarina. Ao todo, os agentes cumpriram 21 mandados judiciais, sendo sete de prisões temporárias e 14 de busca e apreensão. Dois dos alvos já encontravam-se presos na Penitenciária Estadual de Piraquara II, no Paraná.

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    As buscas aconteceram na capital paranaense, em quatro municípios da Região Metropolitana de Curitiba, sendo Araucária, Contenda, Mandirituba e Piraquara, e na cidade de Mafra, situada no Estado de Santa Catarina.

    De acordo com as investigações, a organização criminosa possui envolvimento com a morte de outros dois agentes públicos, ocorridas no ano de 2010. Sendo o homicídio do agente penitenciário estadual Adilson José Cossuovski e do policial federal Edson Matsunaga.

    Cossuovski teria sido morto após uma tentativa frustrada de arrebatamento de um dos membros do grupo criminoso, conhecido como “Milico” –  o indivíduo segue preso na Penitenciária Estadual de Piraquara. Alguns dias após este fato, alguns membros da quadrilha teriam participado da morte de Matsunaga.

    Homicídio do agente penitenciário estadual Adilson José Cossuovski ocorreu em 2010 em Campo Largo

    O agente penitenciário Adilson José Cossuovski, de 47 anos, foi morto com um tiro na cabeça em outubro de 2010, em Campo Largo. O crime aconteceu quando ele estava a caminho do trabalho, por volta das 5h20, na Rua Barão do Rio Branco, no Centro. Adilson trabalhava na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP) e iria assumir o plantão às 8h30.

    A vítima tomaria o ônibus para o serviço, e acabou sendo assassinada. O atirador disparou uma única vez de dentro do veículo, e acertou a cabeça de Adilson, que morreu antes mesmo que o Siate chegasse ao local. Após o crime, o veículo saiu em alta velocidade.

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