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    Inverno

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    A estação mais fria do ano começou no hemisfério sul e com ela muitas incertezas sobre a pandemia do Corona-Vírus no Brasil. A incidência de doenças respiratórias se amplia neste período e com isto o contagio pode atingir muito mais pessoas. Os estados do sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos últimos dias apresentaram, pelos dados das autoridades da Saúde, um aumento de casos de mortes e de infectados. A estrutura de saúde, hospitais com leitos de UTI, para atender de atingidos pela doença está no limite e qualquer aumento de casos pode causar um caos no sistema público de saúde. Com este aumento, na Região Metropolitana de Curitiba foi implantada a Bandeira Laranja, com uma série de medidas de isolamento social e quarentena, com centena de atividades recebendo restrições. Campo Largo, Araucária e Balsa Nova, como os demais municípios adotaram a Bandeira Laranja e estão monitorando a evolução dos casos. Com uma incidência maior, as autoridades devem passar para o Confinamento Total, em inglês, Lockdown que é uma medida imposta pelas autoridades públicas, quando o isolamento social e a quarentena não são suficientes ou respeitados. Os governos estaduais e municipais podem intervir e limitar a circulação de pessoas, com o fechamento de ruas e estradas e demais locais públicos e privados, proibindo circulação e deslocamentos não essenciais. Todas as medidas restritivas visam achatar a curva de infectados e óbitos, nos gráficos estatísticos, para diminuir e reduzir o número de pacientes que chegam aos hospitais e assim, evitar o colapso do sistema de saúde público. O inverno pode ser o pico da doença principalmente nos estados do sul do Brasil e assim, no sentido prático, as autoridades públicas podem adotar o confinamento limitando a circulação de pessoas nas atividades não essenciais, aplicando multas para quem não cumprir as medidas restritivas, além de um possível toque de recolher em determinados horários. As pessoas, por sua vez, devem atender as orientações médicas, neste inverno e procurar ao máximo que não sejam vetores de propagação da doença, pois não existem remédios e nem vacinas para a cura, só medidas de higiene e limpeza podem controlar este vírus tão nocivo ao ser humano.

    Por Haroldo Wöhl

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    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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