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    O Combate

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    Os prefeitos e os governadores são os atores principais do combate à pandemia do novo Corona-Vírus e o governo federal é o coadjuvante neste cenário de sofrimento para milhares de famílias.  Numa condição de crise, as autoridades estão optando entre duas ações, prevenir ou remediar. A questão está em conciliar as atividades econômicas, os interesses políticos e a necessidade de enfrentamento da Covid-19. O principal ponto dentro deste debate é a preservação da vida. As diretrizes e normas impostas pelos decretos municipais e estaduais deixam muitos ramos de atividades econômicas frustrados. As restrições impostas criam obstáculos enormes para que alguns empresários e mesmo seus colaboradores possam garantir o sustento das famílias. A rigor, para que a doença não se espalhe ainda mais e contamine a população em índices alarmantes, cada cidadão precisa fazer a sua parte, onde a dor da perda de uma vida humana supera qualquer dor econômica financeira. O combate à doença está diretamente ligado ao isolamento social, com aplicação do álcool 70% (setenta por cento), o uso de máscaras para acesso aos locais, além do controle da temperatura das pessoas. Nos municípios da Região Metropolitana de Curitiba está em vigor a Bandeira Laranja, pois a incidência da doença está alcançando índices de contágio acima do previsto. A medida extrema de confinamento, Lockdown, poderá ser aplicada, caso a população não se conscientize da necessidade em atender as determinações das autoridades de saúde. No dia a dia dos registros de mortos, o quadro é assustador, onde o número de infectados cresce e superlota os hospitais exclusivos para o tratamento das pessoas infectadas com o novo Corona-Vírus. O combate não deve terminar tão cedo, pois não existem remédios para um tratamento eficaz para se chegar à cura. Numa outra linha para o enfrentamento, não existe vacina para que a população seja imunizada de forma ampla. A batalha continua, onde os médicos, os enfermeiros e toda estrutura humana para dar suporte aos pacientes desta doença infecto contagiosa sofrem com o ataque do vírus e são afastados da linha de frente de combate. Os dados até aqui divulgados indicam que o combate não terminará tão cedo, cada um precisará fazer a sua parte. Prevenir para não remediar, ou na pior hipótese, perder a vida. As autoridades estão aprimorando os decretos para o enfrentamento e assim, minimizar a crise causada por esta doença que se alastrou pelo mundo e no Brasil achou um terreno fértil para se expandir.

    Por Haroldo Wöhl

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    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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