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Nos Bastidores da Política

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A Câmara de Campo Largo entra em recesso no mês de julho. As atividades em plenário não acontecerão neste período, salvo se alguma sessão extraordinária seja solicitada pelo prefeito. Nos últimos dias, os vereadores agitaram o quadro político eleitoral de Campo Largo. Após o fechamento da janela partidária, onde os vereadores poderiam mudar de sigla sem perder o mandato, o eleitor campo-larguense tomou conhecimento que o Democratas (DEM), do atual prefeito Marcelo Puppi, ficou com quatro parlamentares e o PSD do ex-prefeito Affonso Guimarães, também, ficou com quadro parlamentares. Acontece que os ventos da sucessão municipal estão soprando e os oito vereadores fizeram uma composição para unir as duas siglas numa coligação majoritária para a eleição de 2020. Tudo é possível, as nuvens mudam de formato a cada instante. As conversações prosseguem e os porta-vozes de cada grupo afirmam que pode dar certo, mas alguém deve ceder para que uma dobradinha possa ser formada em consenso. No passado, muita coisa parecia impossível, mas no final da história, alguns grupos se uniram pelo interesse comum. O tempo passa, as coisas se alteram e com as mudanças na legislação eleitoral, uma futura união está apenas no começo. Muita gente afirma que o DEM com PSD, em Campo Largo é como água e o azeite, não se misturam. Para entender a veracidade dos fatos basta conversar com os vereadores Toninho Ferreira (PSD) e Bento Vidal (DEM). No dia 20 de julho começa o período das convenções partidárias, nos municípios. Até lá, muita água ainda passará por debaixo da ponte, mesmo em época de seca. Por outro lado, cada partido tem os seus trunfos para colocar na mesa na hora certa.

Por Haroldo Wöhl

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*Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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