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    O NASCIMENTO DE CRISTO (terceira parte) 3/3 – a fé e a confiança dos magos na busca de salvador que acabou de nascer

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    As notícias sobre a presença da “Estrela da manhã” (Apocalipse 2:28) entre os homens foram entregues à humanidade por intermédio da estrela e somente aqueles que tinham a capacidade de entender os anúncios feitos pelos corpos celestes que compreenderam a mensagem e saíram para achar a “Estrela da manhã”. Deus não somente apresenta os sinais, mas também demonstra a forma que se pode encontra a “Estrela da manhã” (Jesus Cristo). Foi Deus que o apresentou à humanidade, também foi Ele que apresentou a estrela aos magos e estes saíram para achar a “Estrela da Manhã”, ainda na manjedoura.
    De facto, os magos que estavam cheios da fé e da confiança não podiam resistir o desejo de buscar o Rei Eterno que tinha a estral que apareceu. Perante o que foi exposto e por saber que a fé e a confiança são requisitos indispensáveis tanto no âmbito concreto quanto no abstrato, apresenta-se a seguinte finalidade desta reflexão: categorizar a fé e a confiança que os sábios orientais tinham na busca de salvador que acabou de nascer. Esta reflexão justifica-se por tratar-se da fé e da confiança, requisitos necessários para encontrar “Estrela da manhã” (Jesus Cristo).
    Os sábios orientais eram gentios e não existe um registro que demonstra a entrega de suas vidas de maneira especial como se faz hoje, lógico, naqueles dias o salvador acabou de nascer, porém está certo que os magos tinham a fé e a confiança de que achariam o Rei que nasceu para reinar eternamente, então partiram de Babilônia rumo à Judéia com tesouros e com coração pronto para se colocarem diante dEle. Aqui é necessário lembra que os gentios sempre contribuíram nos momentos mais marcantes da história de Israel.
    Está claro que foram os magos (gentios) que tiveram o primeiro contato com Cristo e foram os primeiros adoradores, fato que aconteceu quando Cristo inda estava no berço. Também está claro que os magos não agiram com uma simples emoção, não foi uma agitação de sentimentos que motivou a perseverança dos sábios orientais na busca de salvador, mas sim a fé e a confiança que eles tinham em relação a causa divina, então os gentios pertencem a parte essencial da verdadeira promessa feita ao Abraão. Percebe-se que os próprios sacerdotes sabiam do lugar de nascimento de Messias como consta: “Em Belém da Judeia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta” (Mateus 2:5), mas parece que os sacerdotes não estavam muito interessados com a causa, ou possivelmente essa informação não produziu a fé e a confiança na vida dos sacerdotes, visto que, eles não saíram para Belém como os magos tinham feito, contudo eram sacerdotes do Deus Altíssimo e sabiam das profecias.
    Quando a fé está depositada em Deus e o labor for feito com a confiança tudo se torna fácil, os sábios chegaram em Judéia e a estrela desapareceu. Com certeza se a estrela do Rei nascido tivesse aparecido aos magos antes de terem encontro com Herodes, eles não fariam Herodes e toda a cidade saberem do nascimento da “Estrela da manhã”, melhor dizendo, iriam direto para o berço onde Cristo estava deitado. Neste caso pode perceber o propósito de Deus diante dos sacerdotes e de Herodes, Deus queria que eles soubessem que nasceu um Rei para reinar eternamente. Essa ideia possui lógica, porque quando saíram da presença de Herodes para Belém, novamente apareceu a estrela como se segue: “Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo” (Mateus 2:9 e10).
    Os magos foram os primeiros a encontrar aquele que nasceu para reinar eternamente, aqui pode afirmar que não somente as profecias de longas datas que podem produzir a fé de uma pessoa em Deus, em outras palavras, foi uma visão de poucos dias que incomodou o coração dos magos e estes acreditaram, então agiram com a fé para encontrar o Messias. Os sacerdotes já conheciam as profecias sobre Cristo, viram os magos que saíram de Babilônia para achar o Cristo e, foram eles (os sacerdotes), que informaram ao Herodes que Cristo nasceria em Belém, mesmo assim não agiram (é o que irá acontecer com muitos conhecedores das Escrituras Sagradas nos últimos dias) ignorar a segunda vinda de Cristo.
    Os magos com os seus presentes chegaram em Belém “Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra” (Mateus 2:11). Estes estudiosos das estrelas eram muito respeitados entre a população do então período, a adoração prestada por eles era com toda convicção de que estava na presença de Deus, os presentes portados pelos magos demonstram que eles compreenderam a divindade de Cristo que, é diferente com de qualquer outro ser humano, o tesouro que Jesus recebeu era pertencente a nobreza, então estes sábios provaram que Jesus é o Rei eterno, Ele é diferente de Herodes.
    Portanto, entende-se que se uma pessoa deseja achar Jesus Cristo ela precisa busca-Lo, quer sozinho ou em grupo com as outras pessoas. Cristo pode ser buscado pelas pessoas que nunca tiveram encontro com Ele, indo numa igreja para aprender e adorar com os outros cristãos. Igualmente pode ser buscado pelas pessoas que frequentam a igreja através da oração, a leitura da palavra e da participação dos cultos. O certo é ter a fé e a confiança para lhe buscar, as Escrituras deixam claro que os magos saíram para Belém, sem saber o lugar certo onde poderiam achar o Messias, então a estrela lhes apareceu de novo e os conduziu até o lugar certo, onde o entregaram presente também se colocaram de joelhos para o adorar. Neste Natal o presente que Ele mais necessita não são: ouro, incenso e mira, porém o teu coração, este é o melhor tesouro que você pode lhe entregar com a fé e a confiança. Então venha ter encontro com Ele, pois, passaram dois mil anos, porém Ele ainda está no mesmo berço esperando por você.

    Raul Ié

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    *Os artigos e opiniões publicados são de inteira responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião dos editores.

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